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Em 23 de novembro de 2022 - às 7:53

Enquanto Temer/Bolsonaro tiraram 536 direitos da CLT, Sindgraf-PE amplia a Lei do Gráfico no período

Se havia dúvida de algum gráfico no Brasil de que direitos se conquistam com conversa ou bondade patronal, a destruição da CLT nos governos de Temer e Bolsonaro (2015-2022), com 536 mudanças contra o trabalhador e os sindicatos, mostra o contrário. Só a unidade, organização e luta da classe trabalhadora pode evitar este mal. O exemplo dos gráficos de PE no período, liderados pelo Sindgraf, sob a presidência de Iraquitan da Silva, reafirmar essa questão, uma vez que ao invés de retrocessos na sua Convenção Coletiva de Trabalho (Lei dos Gráficos) obtiveram avanços em direitos, sobretudo bloqueando uma grande parte dos efeitos de tais mudanças na CLT e acumulando um ganho real nos salários da categoria. O Sindgraf-PE garante luta. O gráfico garante o sindicato. SINDICALIZE-SE

É preciso saber o papel histórico que cada trabalhador tem diante da sua própria condução na história. Ainda mais os representantes da classe trabalhadora (sindicalistas). Isso vale para as situações boas e sobretudo nas complicadas. É preciso saber saber, saber dizer e saber fazer. Ter concepção e prática politica/sindical para não ser levado como boiada. E a classe trabalhadora só consegue unificada, organizada e mobilizada pela manutenção e avanço de seus direitos, renda e condições laborais.

 

“Neste aspecto, acredito que nós da diretoria do Sindgraf-PE, junto com todos os gráficos sindicalizados nas empresas, fizemos o bom combate e necessário para enfrentar e passar sem perdas em nossa Lei do Gráfico pernambucano, mas com avanços, mesmo no período histórico do país onde mais se destruiu os direitos da Lei Trabalhista Nacional (CLT)”, diz Iraquitan da Silva, presidente do Sindicato dos Gráficos do Estado. 

 

Se não fosse essa unidade, hoje o gráfico não receberia mais pela hora-extra, mas seria só banco de horas. Muitos não receberiam as verbas rescisórias adequadas, se não fosse a continuidade da obrigação da empresa homologar no sindicato. Os contratos de trabalho precários já teriam se espalhado, não garantido os todos os direitos trabalhistas (CLT) nem da Lei dos Gráficos (CCT), dentre outras dezenas de mazelas. 

 

Além disso, há dezenas de direitos coletivos e acima da CLT que se mantêm na CCT. Ficaram todos intactos. Houve até a ampliação deles no período, como a inclusão de um novo piso salarial ainda maior que o já existente. É por isso que além do atual piso de ingresso no valor de R$ R$ 1.678,17, também há hoje o piso de impressor Offset quatro cores no valor de R$ 2.731,13.

 

Ademais, tais pisos e todas as faixas salariais superiores não perderam nada com a inflação nos governos Temer e Bolsonaro, mesmo com toda inflação no período. A unidade, organização e luta sindical do gráfico no estado, puxado pelo Sindgraf-PE, garantiu reajuste acima da inflação quando comparado com todo o período. Portanto, passando esse período de governos antitrabalhador, houve um saldo pela luta, tendo ganho real na renda e com direitos preservados e elevados. Só a luta nos garante. Seja mais um dos sócios. Sindicalize-se e ajude o Sindgraf a continuar na luta.

 

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