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Em 13 de março de 2019 - às 4:06

Gráficos tiveram ganho salarial e garantiram mais direitos no triênio

Em 2016, 2017 e 2018, anos de atraso político com ataques aos direitos trabalhistas por Temer, gráficos seguiram seu sindicato e resistiram nas três últimas campanhas salariais, evoluindo nos salários e sobre direitos

Em 2016, apesar da alta inflação e do golpe sobre o governo Dilma, os gráficos conseguiram recuperar as suas perdas salariais e consolidaram o piso dos impressores offset 4 cores na Convenção Coletiva de Trabalho. No ano depois, mesmo com a aprovação da lei da reforma trabalhista, que retirou mais de 100 direitos da CLT, a classe garantiu quase o dobro da inflação no reajuste da remuneração. E, sobretudo, foi possível criar novos direitos na convenção coletiva para barrar os efeitos da nova lei. Com isso, a jornada de trabalho, o pagamento das horas-extra, o salário e contrato de trabalho e outros direitos coletivos não foram prejudicados.

 

Em 2018, mesmo com o avanço do retrocesso da nova lei trabalhista, a categoria, então disposta a lutar na campanha salarial com seu Sindgraf, liderado por Iraquitan da Silva, teve um novo reajuste salarial com ganho real pelo segundo ano seguido. E, ainda mais importante que o tamanho do reajuste salarial, consolidou as cláusulas de barreiras contra atrasos da lei de Temer, evitando a perda do conjunto de direitos da convenção.

 

Iraquitan alerta a classe para não confundir os bons resultados como se fosse algo fácil. Campanha salarial nunca é fácil. Depende da unidade, organização e mobilização dos trabalhadores em torno do Sindicato. A luta é quem faz a lei e mantêm os direitos existentes. Foi o que ocorreu no último triênio, mesmo diante de um dos piores períodos do Brasil, com o golpe na Democracia, com a retirada de uma presidente eleita, para depois entrar Temer com o objetivo de retirar direitos trabalhistas.

 

“Nossa convenção coletiva de direitos não só manteve todos os direitos neste triênio, como também garantiu e consolidou condições melhores, evitando inclusive prejuízos com a lei da reforma trabalhista de Temer. E não houve perda salarial de 2016 para cá, pelo contrário. O salário ficou maior diante da inflação nos últimos três anos. Portanto, a luta continua!

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