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Fala Presidente

Gráfica sobreviverá à indústria 4.0, mas e o emprego e direitos do gráfico?

*Por Iraquitan da Silva

 

Guardadas as questões atinentes a qual segmento gráfico sobreviverá ao impacto das transformações tecnológicas digitais sobre o mundo do papel e da impressão, outro fenômeno derivado da revolução da indústria (4.0) está sendo mais maléfico e veloz, mas não necessariamente sobre a produção da empresa e o mercado gráfico. Tem atingido é o trabalhador através da modificação das leis trabalhistas (CLT) em leis patronais (CLP) para atender tais inovações, sendo apoiado inclusive pelos trabalhadores depois de enganados pelo falso discurso da geração de mais empregos. Apesar desse discurso patronal e da mídia sobre tudo isso, a realidade do Brasil hoje bate recorde histórico em desemprego e em informalidade. O Sindgraf garante luta. O gráfico garante o sindicato. SINDICALIZE-SE!

 

Em 2020, três anos após a reforma trabalhista que iniciou ampla mudança da CLT (T de direitos do Trabalhador) em CLP (P do Patrão) para atender as necessidades do mercado e do capital diante da inovação tecnologia na indústria 4.0 baseada na informática, robótica, impressão 3D, Big Data,  e muitas outras inovações, a eficiência produtiva e lucro dos patrões têm aumentado. Enquanto isso, o desemprego, informalidade, renda, direitos e sobretudo a perspectiva de futuro do trabalhador caem profundamente.

 

Não por acaso, desde que a CLT virou “CLP” com Temer e que Bolsonaro tem ampliado, a taxa do IBGE que mede o desemprego e informalidade no País é a maior da história. Pela 1ª vez, tem mais gente sem emprego do que com. E pior, enquanto o trabalhador não entender a encruzilhada, continuará cego e isolado, defendendo quem lhe destruí e longe da única solução possível: somente através da sua unidade e organização sindical.

 

Desde a mudança da CLT, em 2017, para permitir mais direitos ao patrão do que para o trabalhador nesta transformação para o novo mundo laboral mais tecnológico e produtivo, as empresas têm ficado mais competitivas, enquanto tem crescido o desemprego e informalidade (2020 foi o maior da história), mesmo o setor patronal, com a mídia, programando a mente e coração do trabalhador a acreditar na ilusão de que menos direito traria mais emprego, mesmo o desemprego e informalidade batendo recordes.

 

A taxa média anual de desemprego no Brasil foi de 13,5% em 2020, a maior já registrada desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, do IBGE. 7,3 milhões perderam o emprego só no ano passado. Hoje são 13,4 milhões na condição de desempregados oficiais. Tem mais 33,3 milhões na informalidade, sem a carteira assinada. Mais 5,5 milhões de pessoas desistiram de procurar trabalho. E outros 22,7 milhões que estão se virando de algum jeito. O fato é que o trabalho com carteira assinada está diminuindo. No setor privado, só existem 30,6 milhões de pessoas e o número continua caindo.

 

Hoje o Brasil tem mais gente em idade de trabalhar sem emprego do que com sua carteira assinada. A mão de obra no setor gráfico despenca todo dia. Isso não porque o número de empresas está fechando nesta mesma proporção, conforme pode-se observar em estudos do setor empresarial (Abigraf Nacional). Portanto, o prejuízo é sobre o trabalhador. O gráfico não pode se iludir com essa histórica de que é a tecnologia por si só que está destruído o setor, pois a maioria das gráficas continua na ativa, enquanto os gráficos é que estão desempregados ou na informalidade, ou numa situação pior.

 

A tecnologia impacta sim na cadeia produtiva como um todo, logo, gerará efeitos sim no setor produtivo, mas o setor patronal tem atuado de forma coletiva, mesmo as empresas competindo no mercado entre si, mas estão juntas, não vacilam, quando lutam para transformar cada vez mais a CLT em CLP, sob o pretexto de novas leis com a segurança jurídica para assim atender a nova era tecnológica e aumento de competitividade e os lucros.

 

Os trabalhadores, por sua vez, precisam pensar também no seu futuro e isso só é possível através do emprego com direitos e salários justos. Sem isso, não há futuro para o gráfico, só para a gráfica. Somente uma atuação em equipe, como faz o patronato, a classe trabalhadora poderá sobreviver este momento de transição radical no mundo e nas relações do trabalho. E isso só acontece através da unidade e organização sindical. O Sindgraf-PE garante a luta. O gráfico, por sua vez, precisa garantir o seu sindicato.

 

SÓ JUNTOS PODEREMOS PASSAR POR ESTA TRANSFORMAÇÃO

SÓ JUNTOS PODEREMOS SOBREVIVER

SÓ JUNTOS SOMOS FORTES

SINDICALIZE-SE!

 

 

* Iraquitan da Silva – presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Gráficas de Pernambuco (SINDGRAF-PE) e diretor da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias Gráficas (CONATIG)

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