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Em 2 de julho de 2018 - às 9:35

Bits reafirma direitos dos gráficos e CopyShop passa a reconhecer

Na última sexta-feira (29), mais gráficas rápidas e digitais do estado foram ao Ministério do Trabalho à convite da força tarefa montada pelos Sindicatos dos Trabalhadores (Sindgraf-PE) e Patronal (Sindúsgraf) que buscam regulamentar todas as empresas dos segmentos pertencentes às Indústrias Gráficas de Pernambuco. Na ocasião, a Gráfica CopyShop foi orientada a reconhecer direitos dos empregados enquanto gráficos a fim de respeitar a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria. Já a Bits Gráfica Rápida, cuja razão social é Karpa Produções Culturais, também presente na reunião, reafirmou que já vem cumprindo a referida convenção, sendo reconhecida pelas respectivas entidades sindicais.

 

Durante a reunião, 28 copiadoras foram identificadas pelos sindicatos. Todas essas empresas e mais outras nove gráficas rápida e digital do estado serão convidadas nos próximos dias para também se ajustarem. A lista de gráficas, porém, é bem superior a estas 37 empresas do ramo.

 

Várias empresas, assim como estas onde predominam serviços gráficos em suas atividades, como consta no Ministério da Fazenda através do CNPJ delas, têm reconhecido espontaneamente os direitos trabalhistas, sem qualquer sanção administrativa e financeira com o descumprimento anterior à Convenção Coletiva de Trabalho dos Gráficos. A força tarefa dos sindicatos perdoa essas falhas desde que elas passem a respeitar as regras normatizadoras para as Indústrias Gráficas de Pernambuco.

 

“Deste modo, talvez ainda esta semana, devem passar pelo Ministério do Trabalho as gráficas rápidas e digitais Agraphi, CJ, WD4, Rosildo, Nid Impressões, D’Fab, PE Impressão, DG Copy e VDX Comunicação”, adianta Iraquitan da Silva, presidente do Sindgraf-PE. O sindicalista tem participado de todas essas mediações, acompanhado de Eduardo Mota, que é presidente do Sindicato dos Donos das Gráficas dentro do estado. O Sindgraf já solicitou estas novas mediações ao Ministério do Trabalho.

 

A força tarefa dos sindicatos obreiro e patronal visa moralizar a atividade econômica do setor gráfico pernambucano, incluindo todos seus vastos segmentos, a exemplo das gráficas rápidas e digitais que atuam como copiadoras e/ou na produção digital de banner, adesivo e muito mais. As empresas, portanto, precisam cumprir a convenção coletiva de trabalho da classe. Os sindicatos têm dado a oportunidade para estas empresas fazerem o devido enquadramento agora sem as cobranças dos passivos anteriores. A iniciativa visa evitar a precarização da atividade gráfica no estado, sendo as gráficas rápidas e digitais um dos setores importantes.

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