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Em 16 de novembro de 2022 - às 9:49

Sindgraf-PE evita queda no valor do 13º dos gráficos em auxílio-doença reduzido pela reforma de Bolsonaro

Ao invés de calcular pelas maiores contribuição ao INSS para definir o valor do auxílio do gráfico quando adoece, Bolsonaro mudou e reduziu para só 91% de todas contribuições da vida, incluindo menores salários, rebaixando, assim, o auxílio-doença. Felizmente, o Sindgraf-PE garantiu na nova Lei dos Gráficos (CCT) que a empresa terá de pagar a diferença entre o auxílio e o salário líquido. A complementação do 13° salário deve ser aplicado também. A gráfica deve pagar a diferença do auxílio e salário nominal, este que teve o reajuste de 9% desde outubro pela luta sindical. Fortaleça o Sindgraf-PE. Ajude com menos de R$ 1 por dia. Seja sócio!

Além do prejuízo na aposentadoria da classe trabalhadora, a reforma da Previdência de Bolsonaro reduziu o valor do auxílio-doença, bem como gerou outros prejuízos. A fim de barrar alguns deles aos gráficos, o Sindgraf-PE conquistou e manteve na Lei da categoria (CCT) alguns direitos específicos acima da CLT. Dentre eles, que as gráficas arquem com os prejuízos nos valores dos gráficos em auxílio-doença e no 13° desse trabalhador assim afastado.
 
O gráfico recebe o auxílio-doença quando fica mais de 15 dias longe do trabalho por doença comum ou por conta da sua atividade desenvolvida. Como o valor do auxílio-doença ficou menor pela reforma de Bolsonaro,
nestes casos, a CCT garante que a empresa pague a complementação uma vez. Está na 16° cláusula. Nela, também protege quem esta doente no período de receber o 13° salário.
 
Muitas empresas pagam o 13° agora em novembro (1° parte) e dezembro a 2ª parcela. Assim, deverão pagar a complementação do 13° do gráfico que estiver afastado, equivalente à diferença entre o valor pago pelo auxílio-doença e o salário nominal. O Sindgraf-PE garante a luta, inclusive defende que Lula revise a reforma previdenciária de Bolsonaro, de modo que melhore o auxílio-doença e retome a aposentadoria especial. O gráfico também precisa garantir o seu sindicato, ajudando com R$ 1 por dia, em média. SINDICALIZE-SE!
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